Adoção de inteligência artificial ganha força na indústria brasileira e exige novas competências de liderança
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Adoção de inteligência artificial ganha força na indústria brasileira e exige novas competências de liderança
Brasil supera média global na adoção de IA industrial e amplia a demanda por profissionais preparados para liderar a transformação digital
A inteligência artificial deixou de ocupar espaço apenas nas estratégias de inovação para se tornar um dos principais motores de transformação da indústria. À medida que empresas aceleram investimentos em digitalização, cresce também a necessidade de formar lideranças capazes de conectar novas tecnologias aos desafios da operação e da competitividade
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O movimento é evidenciado por um estudo da Cisco, que coloca o Brasil entre os países mais avançados na adoção de inteligência artificial aplicada à indústria. Segundo o levantamento, 66% das organizações brasileiras já utilizam IA em suas operações, enquanto 38% afirmam ter implementações maduras e em larga escala — quase o dobro da média global, de 20%.
A tendência é de expansão. O estudo aponta que 86% das empresas brasileiras pretendem ampliar os investimentos em inteligência artificial nos próximos anos e quase nove em cada dez organizações esperam obter resultados significativos dessas iniciativas no curto prazo.
Mais do que automatizar processos, a nova fase da transformação digital está relacionada à capacidade de antecipar cenários e tomar decisões orientadas por dados. Nesse contexto, tecnologias como os gêmeos digitais vêm ganhando espaço por permitirem a criação de representações virtuais de equipamentos, linhas de produção e processos industriais. A partir dessas réplicas digitais, empresas conseguem simular operações, testar diferentes cenários e identificar oportunidades de melhoria antes de implementá-las no ambiente real.
Outra aplicação que avança rapidamente é a manutenção preditiva. Com sensores inteligentes, monitoramento contínuo e algoritmos de inteligência artificial, as organizações passam a prever falhas em equipamentos antes que elas aconteçam, reduzindo paradas não programadas, aumentando a disponibilidade dos ativos e diminuindo custos operacionais.
Embora o acesso às tecnologias tenha avançado, especialistas apontam que um dos principais desafios está na formação de profissionais capazes de liderar esse processo. Além do domínio técnico, cresce a demanda por gestores que compreendam a integração entre dados, processos industriais e estratégia de negócios.
De olho nesse cenário, o UniSenai Business está com inscrições abertas para o curso presencial Liderando a Indústria Inteligente: IA, Gêmeos Digitais e Manutenção Preditiva, voltado a gestores, líderes de operações e profissionais envolvidos em projetos de inovação e transformação digital.
Com carga horária de 12 horas, a capacitação reúne conceitos e aplicações práticas de inteligência artificial, gêmeos digitais, sensores inteligentes, edge computing e manutenção preditiva, apresentando caminhos para estruturar projetos voltados ao aumento da eficiência operacional, melhoria da qualidade e geração de retorno sobre investimento (ROI).
A formação será conduzida por Edson Giesel, executivo com mais de 25 anos de experiência em transformação digital, manufatura avançada, analytics e inteligência artificial aplicada à indústria. Ao longo de sua carreira, o especialista liderou iniciativas de digitalização e automação voltadas ao aumento da produtividade, confiabilidade dos ativos e competitividade empresarial.
As inscrições estão abertas. Para saber mais, clique aqui.
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