Energias renováveis no Brasil impulsionam empregos e exigem novos profissionais
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Energias renováveis no Brasil impulsionam empregos e exigem novos profissionais
Com mercado aquecido, setor demanda qualificação técnica e estratégica para sustentar a transição energética
A transição energética deixou de ser uma tendência futura para se tornar uma realidade concreta no Brasil. Em meio à urgência climática e à pressão por modelos produtivos mais sustentáveis, o país avança de forma consistente no uso de fontes renováveis de energia e, ao mesmo tempo, amplia a demanda por profissionais especializados capazes de conduzir essa transformação.
Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que, em 2024, 48% das indústrias brasileiras afirmaram investir em ações ou projetos ligados ao uso de fontes renováveis, como energia hídrica, eólica, solar, biomassa e hidrogênio de baixo carbono. O número representa um salto relevante em relação a 2023, quando apenas 34% das empresas declaravam esse tipo de iniciativa. O crescimento reflete não apenas um compromisso ambiental maior, mas também uma estratégia clara de competitividade e redução de custos.
Entre as empresas que apostaram em energias renováveis, a autoprodução lidera como principal estratégia, adotada por 42% das indústrias, com foco sobretudo na diminuição das despesas operacionais. Em um cenário de instabilidade econômica e aumento dos custos energéticos, produzir a própria energia limpa deixou de ser diferencial e passou a ser uma decisão estratégica.
Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que, em 2024, 48% das indústrias brasileiras afirmaram investir em ações ou projetos ligados ao uso de fontes renováveis, como energia hídrica, eólica, solar, biomassa e hidrogênio de baixo carbono. O número representa um salto relevante em relação a 2023, quando apenas 34% das empresas declaravam esse tipo de iniciativa. O crescimento reflete não apenas um compromisso ambiental maior, mas também uma estratégia clara de competitividade e redução de custos.
Entre as empresas que apostaram em energias renováveis, a autoprodução lidera como principal estratégia, adotada por 42% das indústrias, com foco sobretudo na diminuição das despesas operacionais. Em um cenário de instabilidade econômica e aumento dos custos energéticos, produzir a própria energia limpa deixou de ser diferencial e passou a ser uma decisão estratégica.
Nordeste lidera investimentos em energia limpa
O avanço das renováveis não ocorre de forma homogênea no país. A pesquisa da CNI revela que o Nordeste desponta como a região líder em investimentos, com 60% das indústrias apostando em projetos de energia limpa. O potencial solar e eólico da região, aliado a políticas de incentivo e infraestrutura adequada, tem atraído investimentos e impulsionado novos negócios.
Outras regiões também apresentam números expressivos: Norte e Centro-Oeste registram 56% das indústrias com iniciativas em energias renováveis, o Sul aparece com 53%, enquanto o Sudeste, apesar de concentrar grande parte do parque industrial brasileiro, ainda apresenta um índice mais baixo, de 39%.
Outras regiões também apresentam números expressivos: Norte e Centro-Oeste registram 56% das indústrias com iniciativas em energias renováveis, o Sul aparece com 53%, enquanto o Sudeste, apesar de concentrar grande parte do parque industrial brasileiro, ainda apresenta um índice mais baixo, de 39%.
Brasil em posição privilegiada na matriz energética global
As vantagens competitivas do Brasil no setor energético vão além do interesse da indústria. Mais de 90% da matriz elétrica brasileira é composta por fontes renováveis, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), colocando o país em posição de destaque no cenário global.
Hidrelétricas, energia eólica e biomassa seguem como os pilares da matriz elétrica nacional, enquanto fontes fósseis, como gás natural, petróleo e carvão mineral, ainda predominam em boa parte do mundo. Em 2024, pela primeira vez em 84 anos, as fontes limpas responderam por 40,9% da geração global de eletricidade, de acordo com a Ember, think tank internacional especializada em energia.
Nesse contexto, o Brasil também ganhou protagonismo ao se tornar o quinto maior produtor de energia solar do mundo, ultrapassando a Alemanha, tradicional referência no setor. O desempenho é ainda mais relevante quando comparado a países fortemente impactados pelas mudanças climáticas, como China e Índia, que seguem ampliando o uso de combustíveis fósseis para sustentar o crescimento econômico.
Hidrelétricas, energia eólica e biomassa seguem como os pilares da matriz elétrica nacional, enquanto fontes fósseis, como gás natural, petróleo e carvão mineral, ainda predominam em boa parte do mundo. Em 2024, pela primeira vez em 84 anos, as fontes limpas responderam por 40,9% da geração global de eletricidade, de acordo com a Ember, think tank internacional especializada em energia.
Nesse contexto, o Brasil também ganhou protagonismo ao se tornar o quinto maior produtor de energia solar do mundo, ultrapassando a Alemanha, tradicional referência no setor. O desempenho é ainda mais relevante quando comparado a países fortemente impactados pelas mudanças climáticas, como China e Índia, que seguem ampliando o uso de combustíveis fósseis para sustentar o crescimento econômico.
Mercado de trabalho aquecido e empregos verdes em alta
O crescimento das energias renováveis tem impacto direto no mercado de trabalho. O Brasil foi o terceiro país que mais gerou empregos em energia solar no mundo em 2024, segundo o Relatório Anual de Energia Renovável e Empregos 2025, divulgado pela IRENA em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Ao todo, foram 323,8 mil postos de trabalho no segmento solar, número que colocou o país à frente dos Estados Unidos e consolidou sua posição no ranking global. Apenas China, com 4,2 milhões de empregos, e Índia, com 384,9 mil, ficaram à frente do Brasil.
Considerando todas as fontes renováveis, o país já emprega cerca de 1,4 milhão de pessoas, impulsionado também pelos setores de biocombustíveis e hidrelétricas. Mesmo em um cenário global de crescimento mais moderado do emprego — apenas 2,3% em relação a 2023 —, a energia solar manteve a liderança, concentrando quase 44% dos empregos verdes no mundo.
Ao todo, foram 323,8 mil postos de trabalho no segmento solar, número que colocou o país à frente dos Estados Unidos e consolidou sua posição no ranking global. Apenas China, com 4,2 milhões de empregos, e Índia, com 384,9 mil, ficaram à frente do Brasil.
Considerando todas as fontes renováveis, o país já emprega cerca de 1,4 milhão de pessoas, impulsionado também pelos setores de biocombustíveis e hidrelétricas. Mesmo em um cenário global de crescimento mais moderado do emprego — apenas 2,3% em relação a 2023 —, a energia solar manteve a liderança, concentrando quase 44% dos empregos verdes no mundo.
Formação especializada: um diferencial competitivo
Esse avanço acelerado do setor evidencia um ponto-chave: o mercado precisa de profissionais qualificados, com visão estratégica, domínio tecnológico e capacidade de inovação. Não basta compreender os conceitos básicos da transição energética; é fundamental saber aplicar soluções, gerir projetos, analisar dados e desenvolver tecnologias alinhadas às demandas da indústria.
É nesse contexto que a pós-graduação em Energias Renováveis do UniSenai PR se posiciona como uma resposta concreta às necessidades do mercado. O curso conecta teoria e prática, abordando desde a geração e integração de fontes renováveis até temas como descarbonização industrial, inovação tecnológica e eficiência energética.
Voltada a engenheiros, gestores, técnicos e profissionais que desejam se destacar em um setor em plena expansão, a pós-graduação prepara o aluno para atuar em projetos estratégicos, acompanhar a evolução regulatória e tecnológica e assumir posições de liderança na transição energética brasileira.
Inscreva-se agora e esteja pronto para liderar o futuro da energia no Brasil.
É nesse contexto que a pós-graduação em Energias Renováveis do UniSenai PR se posiciona como uma resposta concreta às necessidades do mercado. O curso conecta teoria e prática, abordando desde a geração e integração de fontes renováveis até temas como descarbonização industrial, inovação tecnológica e eficiência energética.
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